Santa Cruz das Flores: a Capital com o Único Convento Franciscano das Flores
Fundada por um voto de guerra em 1641, o Convento de São Boaventura celebrou a Restauração da Independência de Portugal e hoje é sede do Museu das Flores.
Flores é a Natureza na sua exuberância primitiva, um arco-íris das muitas flores que polvilham de cor toda a ilha, um jardim rodeado de mar. No espelho azul de sete lagoas que brilham como jóias engastadas no verde envolvente. No murmúrio constante de cascatas que saltam do alto de encostas em direcção ao mar. A beleza da paisagem das Flores convida a agradáveis passeios. E, também, os horizontes de terra e mar, o canto das aves, a flora variada.
Mergulhar num mar rico em peixe por entre rochedos multicores, nadar em piscinas escavadas na lava pelo mar e passear nas vilas de Santa Cruz e Lajes com origem no povoamento do século XV, as aldeias pitorescas no fundo de vales ou no alto de falésias como Fajãzinha, Fazenda das Lajes e outras. Activas ou tranquilas, as férias nas Flores são, de certeza, revigorantes. Porque toda a ilha convida ao reencontro de nós próprios com a Natureza.

Fundada por um voto de guerra em 1641, o Convento de São Boaventura celebrou a Restauração da Independência de Portugal e hoje é sede do Museu das Flores.

Deu origem a Mosteiro, Fajãzinha e Fajã Grande, e é hoje o ponto de partida do trilho de 13 km que percorre a costa mais espetacular da ilha até à Rocha dos Bordões.

Deserta desde os anos 60, quando os seus 120 habitantes emigraram para os EUA, esta aldeia do século XVII foi recuperada, ruína a ruína, ao longo de 36 anos.

Inaugurado em 1925, este é o farol mais ocidental da Europa; ao largo, o Ilhéu de Monchique é o próprio ponto mais ocidental do continente.

Dezenas de cascatas descem de uma falésia com quase 150 metros até uma lagoa espelhada, num dos cenários mais fotografados de todos os Açores.

Entre Fajã Grande e Fajãzinha, uma arriba verdejante concentra mais de vinte cascatas, incluindo a Cascata da Ribeira Grande, uma das maiores dos Açores com 300 metros.

Na freguesia de Fajã Grande, esta queda de água impressionante marca o final do trilho das Sete Lagoas e é um dos pontos mais fotografados de toda a ilha das Flores.

Reserva da Biosfera da UNESCO desde 2009, este conjunto de sete lagoas de altitude inclui a mais profunda dos Açores, com 108 metros, alojada numa antiga cratera vulcânica.

Formadas há 570 mil anos, estas colunas de basalto com 20 metros de altura são um fenómeno geológico único nos Açores, maior do que o famoso monumento irlandês.