Café Nunes: o Único Café Cultivado e Servido na Europa
Na Fajã dos Vimes, a família Nunes cultiva há mais de duas décadas cerca de 600 pés de café biológico, servido na mesma casa onde é colhido e torrado.
O verde, o imenso verde das pastagens que cobre vales e montes numa profusão infinita de tonalidades, as nesgas de terra junto ao mar – as fajãs – na base de altas arribas que mergulham no mar, as perspectivas da ilha do Pico e da sua alta montanha, são o quadro natural de São Jorge. Aqui e ali, as pequenas fábricas onde se pode ver como o espesso e rico leite das vacas se transforma nos grandes queijos que dão fama à ilha e são um bom princípio de refeição.
Percorrer São Jorge é um itinerário de descoberta. De paisagens que encantam e nos transportam ao mundo primitivo. De colchas de lã tecidas em velhos teares de madeira, repetindo padrões ancestrais. No final fica o desejo de voltar e reencontrar a tranquilidade, neste gigantesco navio de pedra eternamente ancorado no mar azul.

Na Fajã dos Vimes, a família Nunes cultiva há mais de duas décadas cerca de 600 pés de café biológico, servido na mesma casa onde é colhido e torrado.

Destruída pelo terramoto de 1757 e reconstruída depois, esta fajã tem uma lagoa classificada pela Convenção de Ramsar e venceu a categoria Aldeias de Mar em 2017.

Produzido desde o povoamento da ilha no século XV, este queijo curado de leite cru é o mais produzido de todos os DOP de Portugal, com quase 2.200 toneladas por ano.

A Poça de Simão Dias, considerada uma das piscinas naturais mais bonitas de Portugal, nasceu de lavas emitidas há 2.530 anos pelo Pico Areeiro.

Instalado desde 2020 na antiga Fábrica Marie d’Anjou, o museu de São Jorge homenageia o compositor jorgense que trabalhou com Debussy e dirigiu orquestras em Paris.

Inaugurado em 1958 como o mais avançado de Portugal, o Farol dos Rosais foi evacuado em 1964 e definitivamente em 1980, restando hoje ruínas sobre falésias de 260 metros.

Separado da costa por apenas 400 metros, este ilhéu formado por lavas antigas é zona de proteção especial e um dos melhores locais de mergulho de São Jorge.

Formado há cerca de 5.500 anos, o ponto mais alto da ilha revela lagoas em crateras extintas e a orquídea mais rara da Europa, a Platanthera azorica.

Erguida junto ao mais antigo porto de São Jorge, Velas resistiu a um ataque de corsários franceses em 1708 e mantém até hoje o seu Portão do Mar do século XVIII.

Reserva Natural desde 1984 e zona húmida Ramsar, esta é a única fajã dos Açores onde se apanham amêijoas, e um dos santuários de surf mais procurados do arquipélago.

Criado em 1962 na ponta noroeste da ilha, este parque de criptomérias e lagos oferece miradouros sobre o Pico, o Faial e a Graciosa, além de um pequeno zoológico.