Lajes do Pico: da Caça à Baleia à Observação de Cetáceos
Fundada antes de 1460, esta vila viu partir os últimos botes baleeiros em 1987 e acolheu, no mesmo cais, a primeira empresa de observação de baleias dos Açores.
Visitar o Pico é penetrar num pequeno mundo construído durante séculos por baleeiros, agricultores, pescadores e um paraíso para todos os que gostam da Natureza. Na montanha que nasce do mar e toca as nuvens. Nas lutas épicas entre frágeis baleeiras e poderosos cachalotes para obter o precioso oleo, hoje o Pico recuperou de forma pacífica a tradição baleeira, em dois museus que dão a conhecer a sua história e mostram a arte delicada das peças feitas por marinheiros com os dentes e ossos dos cachalotes.
Espalhadas ao longo da costa, aninhadas entre o verde fresco da vegetação o do labirínticos vinhedos, hoje classificados pela Unesco de Património Mundial, as povoações do Pico têm um carácter muito próprio. Marcado pelas casas construídas com blocos de escura lava.
O vinho verdelho do Pico, que chegou às mesas de reis e czares, continua a ser produzido para delícia do paladar. Uma ou mais garrafas desse vinho nascido da lava é a melhor maneira de recordar as férias de sonho vividas no Pico. A que vale a pena acrescentar miniaturas de canoas e alfaias agrícolas, trabalhos em osso de baleia, finas rendas feitas por mãos hábeis de mulher.

Fundada antes de 1460, esta vila viu partir os últimos botes baleeiros em 1987 e acolheu, no mesmo cais, a primeira empresa de observação de baleias dos Açores.

Entre as aldeias de lava do Lajido e dos Arcos, esta zona balnear da costa norte oferece o encontro direto entre a rocha vulcânica negra e as águas cristalinas do Atlântico.

Principal porto marítimo do Pico desde o século XVIII, Madalena é guardada por dois ilhéus vulcânicos, o Deitado e o Em Pé, restos de uma cratera submarina milenar.

Rodeadas pelos currais de pedra da vinha Verdelho, estas piscinas vulcânicas na costa oeste do Pico oferecem água calma mesmo em dias de mar agitado, com o Faial ao fundo.

O farol que marca o extremo leste do Pico, antigo posto de vigia da baleação açoriana.

Um pequeno forte do século XVII erguido para proteger a costa do Pico de ataques de corsários.

Um tubo de lava no interior do Pico, associado pela tradição a um frade eremita.

A lagoa de cratera mais visitada do planalto central do Pico, junto à estrada de acesso à montanha.

Uma área florestal na costa norte do Pico, com mesas de piquenique e percursos pedestres curtos.

Uma lagoa de cratera no planalto do Pico, conhecida pelos tons que a luz de fim de tarde reflete na água.

Uma das lagoas mais pequenas e discretas do planalto vulcânico do Pico.

Parte do conjunto de pequenas lagoas vulcânicas que pontuam o planalto central do Pico.